{"id":895,"date":"2022-06-30T16:56:30","date_gmt":"2022-06-30T16:56:30","guid":{"rendered":"https:\/\/profmat2022.ese.ips.pt\/?page_id=895"},"modified":"2022-07-08T11:06:18","modified_gmt":"2022-07-08T11:06:18","slug":"simposios","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/profmat2022.ese.ips.pt\/?page_id=895","title":{"rendered":"Simp\u00f3sios"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center has-blue-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Dia 8 | 17h00 &#8211; 18h00<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size\"><strong>Simp\u00f3sio 1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-blue-color has-text-color\"><strong>Sala 1 ESE\/IPS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C01 &#8211; O que valorizam os professores portugueses na aprendizagem da matem\u00e1tica? Um contributo do Values Alignment Study<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ana Isabel Silvestre, H\u00e9lia Jacinto, Susana Carreira, Lurdes Serrazina, Elvira Santos, Manuel Vara Pires, N\u00e9lia Amado, Rosa Tom\u00e1s Ferreira, Cristina Martins, Joana Castro<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Este artigo reporta um estudo em que se pretendeu identificar e discutir os aspetos que os professores de matem\u00e1tica valorizam na aprendizagem desta disciplina. Foram inquiridos, por meio de um question\u00e1rio eletr\u00f3nico, 113 professores a lecionar no 7.\u00ba e\/ou no 10.\u00ba ano de escolaridade em escolas p\u00fablicas de todo o pa\u00eds. O estudo seguiu uma metodologia qualitativa e recorreu a uma an\u00e1lise de conte\u00fado para categorizar as respostas dos participantes. Num \u00fanico item de resposta aberta solicitou-se a indica\u00e7\u00e3o de tr\u00eas aspetos que, na perspetiva do inquirido, s\u00e3o os mais importantes na aprendizagem da matem\u00e1tica. Os autores desenvolveram e operacionalizaram um protocolo de codifica\u00e7\u00e3o baseado num quadro de an\u00e1lise pr\u00e9-existente. Os resultados evidenciam que os dois valores mais frequentes s\u00e3o o Empenho e Motiva\u00e7\u00e3o e o Bem-estar. Observou-se, assim, uma tend\u00eancia para a valoriza\u00e7\u00e3o de aspetos que remetem para um forte investimento do pr\u00f3prio aluno na sua aprendizagem. Ficou evidente a relev\u00e2ncia atribu\u00edda pelos professores ao Bem-Estar dos alunos, caraterizando-se pela valoriza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es entre o aluno e o professor e entre o aluno e a fam\u00edlia. Discutem-se implica\u00e7\u00f5es destes resultados para a forma\u00e7\u00e3o de professores e o desenvolvimento curricular, considerando o momento atual de altera\u00e7\u00e3o curricular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C02 &#8211; Constru\u00e7\u00f5es dos alunos sobre as opera\u00e7\u00f5es combinat\u00f3rias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>M\u00f3nica Valad\u00e3o, N\u00e9lia Amado, Jo\u00e3o Pedro da Ponte<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A An\u00e1lise Combinat\u00f3ria tem um grande potencial no ensino da Matem\u00e1tica. Quando apresentadas de forma adequada, as tarefas de contagem proporcionam aos alunos oportunidades de raciocinar matematicamente. Considerando que os alunos podem obter melhores desempenhos na resolu\u00e7\u00e3o de tarefas de contagem se derem significado \u00e0s f\u00f3rmulas das opera\u00e7\u00f5es combinat\u00f3rias utilizadas, este trabalho procurou criar oportunidades de os alunos se envolverem numa atividade de reflex\u00e3o e de generaliza\u00e7\u00e3o, que conduziu \u00e0 constru\u00e7\u00e3o das f\u00f3rmulas das opera\u00e7\u00f5es combinat\u00f3rias. A presente comunica\u00e7\u00e3o analisa as resolu\u00e7\u00f5es de alunos de duas turmas do 12.\u00ba ano numa sequ\u00eancia de tarefas de contagem, bem com as generaliza\u00e7\u00f5es que realizaram no processo de constru\u00e7\u00e3o das f\u00f3rmulas das opera\u00e7\u00f5es combinat\u00f3rias de arranjos simples e combina\u00e7\u00f5es. Os resultados apresentados t\u00eam por base um estudo de natureza qualitativa, segundo o paradigma interpretativo, e numa investiga\u00e7\u00e3o baseada em design. A investiga\u00e7\u00e3o realizou-se no contexto de um estudo de aula. Estes resultados mostram que os alunos s\u00e3o capazes de relacionar as opera\u00e7\u00f5es combinat\u00f3rias de permuta\u00e7\u00e3o, arranjo simples e combina\u00e7\u00e3o e de construir as suas f\u00f3rmulas, a partir da generaliza\u00e7\u00e3o do seu trabalho num conjunto de tarefas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C03 &#8211; Explora\u00e7\u00e3o de sequ\u00eancias repetitivas na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento especializado para o ensino do pensamento alg\u00e9brico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vera Quadros, Susana Carreira<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta comunica\u00e7\u00e3o socializa parte de uma pesquisa em andamento sobre os conhecimentos matem\u00e1ticos e pedag\u00f3gicos aprendidos por professores para ensinar \u00e1lgebra nos anos iniciais do Ensino Fundamental brasileiro, a partir de um processo formativo em comunidade. Neste recorte, temos o prop\u00f3sito de investigar o conhecimento especializado desenvolvido pelos professores participantes, quando da explora\u00e7\u00e3o de uma tarefa de aprendizagem profissional envolvendo sequ\u00eancias repetitivas. Em uma abordagem qualitativa interpretativa, analisamos o conhecimento especializado desenvolvido e revelado pelos professores, no in\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o, a partir de tr\u00eas indicadores: identifica\u00e7\u00e3o da unidade; estrat\u00e9gias de explora\u00e7\u00e3o das sequ\u00eancias repetitivas; e, express\u00e3o da lei de forma\u00e7\u00e3o. Os aprendizados revelados pelos professores, partindo de generaliza\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas e aritm\u00e9ticas e chegando a generaliza\u00e7\u00f5es distantes e alg\u00e9bricas, s\u00e3o evid\u00eancias que nos permitem considerar que eles come\u00e7aram a construir o conhecimento especializado para o ensino do pensamento alg\u00e9brico. Nossa pesquisa, embora inconclusa, traz ind\u00edcios da viabilidade e relev\u00e2ncia de uma forma\u00e7\u00e3o docente voltada ao desenvolvimento de conhecimentos matem\u00e1ticos para ensinar sob um vi\u00e9s singular, em um contexto formativo em comunidade, mediatizado pela explora\u00e7\u00e3o de tarefas profissionais de aprendizagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>P01 &#8211; Instructional materials to teach a student with autism to associate number with quantity<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Melody Garc\u00eda-Moya, Roc\u00edo Blanco<\/p>\n\n\n\n<hr>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-blue-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Dia 9 | 10h30 &#8211; 11h30<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size\"><strong>Simp\u00f3sio 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-blue-color has-text-color\"><strong><strong>Anfiteatro <\/strong>da ESE\/IPS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C04 &#8211; Estudo de aula: Uma oportunidade de desenvolvimento profissional em tempos de reforma curricular<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alexandra Souza, Margarida Rodrigues, Jo\u00e3o Pedro da Ponte<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O objetivo desta comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 discutir como a participa\u00e7\u00e3o num estudo de aula pode promover o desenvolvimento profissional dos professores, em particular do seu conhecimento did\u00e1tico e que aspetos desse conhecimento s\u00e3o desenvolvidos e, por outro lado, compreender qual poder\u00e1 ser o seu contributo para este desenvolvimento em tempos de reforma curricular. Prestamos particular aten\u00e7\u00e3o \u00e0 fase de planeamento da aula de investiga\u00e7\u00e3o e \u00e0 reflex\u00e3o po\u0301s-aula. A investiga\u00e7\u00e3o insere-se no paradigma interpretativo e segue uma abordagem qualitativa. Os participantes s\u00e3o cinco professores do 1.\u00ba ciclo e a primeira autora, que dinamizou o estudo de aula. Os dados foram recolhidos por observa\u00e7\u00e3o participante, com a elabora\u00e7\u00e3o de um di\u00e1rio de bordo, recolha documental e grava\u00e7\u00e3o \u00e1udio das sess\u00f5es de trabalho e v\u00eddeo da aula observada. Os resultados mostram que estes professores, ao participarem neste estudo de aula, desenvolveram trabalho colaborativo sobre: a sele\u00e7\u00e3o de tarefas, a planifica\u00e7\u00e3o de aulas, a condu\u00e7\u00e3o de aulas numa abordagem explorat\u00f3ria e a reflex\u00e3o sobre todo o processo com foco nas aprendizagens dos alunos. Ao faz\u00ea-lo, mobilizaram o seu conhecimento did\u00e1tico para tomar decis\u00f5es sobre as experi\u00eancias de aprendizagem a propor, pensadas \u00e0 luz do novo referencial. Este estudo sugere que, em tempos de reforma curricular, o estudo de aula pode contribuir para a introdu\u00e7\u00e3o de novas pr\u00e1ticas letivas e promover o desenvolvimento profissional dos docentes envolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C05 &#8211; Pr\u00e1ticas de um formador de professores e a cria\u00e7\u00e3o de oportunidades de aprendizagem profissional no ensino de matem\u00e1tica nos anos iniciais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Miriam Criez Ferreira, Jo\u00e3o Pedro da Ponte, Alessandro Jacques Ribeiro<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Este estudo busca investigar de que forma as pr\u00e1ticas desenvolvidas por um formador de professores em processo de forma\u00e7\u00e3o continuada, durante a orquestra\u00e7\u00e3o de discuss\u00f5es coletivas, contribuem para a cria\u00e7\u00e3o de oportunidades de aprendizagem profissional acerca do conhecimento da pr\u00e1tica educativa no que se refere ao trabalho com o pensamento alg\u00e9brico voltado para os professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental. A metodologia \u00e9 qualitativa-interpretativa e os dados foram recolhidos a partir de v\u00eddeos dos momentos de discuss\u00f5es coletivas. A an\u00e1lise dos dados nos permitiu levantar que \u00e9 por meio da coordena\u00e7\u00e3o das cinco pr\u00e1ticas do formador que a orquestra\u00e7\u00e3o das discuss\u00f5es coletivas pode contribuir na cria\u00e7\u00e3o de oportunidades de aprendizagem profissional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C06 &#8211; O pensamento relacional de futuras educadoras e professoras: um estudo na forma\u00e7\u00e3o inicial<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Joana Cabral, H\u00e9lia Oliveira, F\u00e1tima Mendes<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Esta comunica\u00e7\u00e3o tem como objetivo caracterizar o pensamento relacional de um par de futuras educadoras e professoras (FEPs), e insere-se numa investiga\u00e7\u00e3o mais ampla desenvolvida no \u00e2mbito de uma experi\u00eancia na forma\u00e7\u00e3o inicial de professores. O estudo assume uma metodologia qualitativa, tem como participantes um par de formandas e os m\u00e9todos de recolha de dados s\u00e3o a observa\u00e7\u00e3o participante, complementada com registo \u00e1udio e v\u00eddeo, e a recolha documental. No \u00e2mbito desta comunica\u00e7\u00e3o, a an\u00e1lise de dados baseia-se na an\u00e1lise das produ\u00e7\u00f5es escritas das formandas relativas a tr\u00eas tarefas, bem como dos di\u00e1logos entre os elementos do par, durante a realiza\u00e7\u00e3o das tarefas. Os resultados evidenciam que a experi\u00eancia de forma\u00e7\u00e3o contribuiu para que as formandas expressassem uma perspetiva mais relacional nas suas produ\u00e7\u00f5es, quando comparando com as tarefas iniciais em que, na sua resolu\u00e7\u00e3o, se encontravam focadas na apresenta\u00e7\u00e3o de c\u00e1lculos. Este estudo permite ainda refletir sobre a import\u00e2ncia de promover, na forma\u00e7\u00e3o inicial, oportunidades para que os FEPs aprofundem o seu pensamento relacional numa perspetiva compat\u00edvel com a Early Algebra, tendo em conta a sua relev\u00e2ncia para as aprendizagens dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>P02 &#8211; A promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento do conhecimento did\u00e1tico de uma futura professora do 2.\u00ba ciclo atrav\u00e9s do estudo de aula<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nicole Duarte, H\u00e9lia Pinto, Jo\u00e3o Pedro da Ponte<\/p>\n\n\n\n<hr>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-blue-color has-text-color has-medium-font-size\"><strong>Dia 9 | 13h45 &#8211; 15h15<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size\"><strong>Simp\u00f3sio 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-blue-color has-text-color\"><strong>Anfiteatro da ESE\/IPS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C07 &#8211; A articula\u00e7\u00e3o entre avalia\u00e7\u00e3o, ensino e aprendizagem na sala de aula de matem\u00e1tica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Elsa Barbosa, Joana Latas, Ant\u00f3nio Borralho, Maria Jo\u00e3o Carvalho<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O desempenho dos alunos na disciplina de Matem\u00e1tica continua a ser problem\u00e1tica o que, de acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, est\u00e1 associado \u00e0 persist\u00eancia de pr\u00e1ticas de avalia\u00e7\u00e3o quase exclusivamente orientadas para a classifica\u00e7\u00e3o e desarticuladas com as pr\u00e1ticas de ensino. Neste contexto, o presente artigo pretende analisar a articula\u00e7\u00e3o entre os processos de avalia\u00e7\u00e3o, ensino e aprendizagem numa sala de aula de matem\u00e1tica de 7\u00ba ano de escolaridade, no \u00e2mbito de um projeto de investiga\u00e7\u00e3o mais alargado. Assumindo-se uma vis\u00e3o hol\u00edstica da sala de aula, a modalidade de design research foi utilizada para dar resposta a uma interven\u00e7\u00e3o neste contexto, por meio de implementa\u00e7\u00e3o de recursos educativos e pr\u00e1ticas de avalia\u00e7\u00e3o, ensino e aprendizagem, com consequ\u00eancia no desenvolvimento profissional dos intervenientes. Para este efeito recorreu-se a observa\u00e7\u00e3o participante em processos decorridos antes, durante e ap\u00f3s as aulas de matem\u00e1tica. Os resultados preliminares sugerem epis\u00f3dios de articula\u00e7\u00e3o entre os processos em causa assentes na coaduna\u00e7\u00e3o entre pr\u00e1ticas de prepara\u00e7\u00e3o, a\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o ap\u00f3s as aulas, consistentes com as fun\u00e7\u00f5es das tarefas e da sua implementa\u00e7\u00e3o, defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de ensino, da utiliza\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de feedback, da autoavalia\u00e7\u00e3o e da avalia\u00e7\u00e3o entre pares, por forma a permitir que os alunos consigam regular e autorregular as suas aprendizagens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C08 &#8211; Projeto RAFA &#8211; O privil\u00e9gio da Avalia\u00e7\u00e3o Formativa e da sua articula\u00e7\u00e3o com a Avalia\u00e7\u00e3o Sumativa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Paulo Afonso, Ant\u00f3nio Borralho, Jos\u00e9 Filipe, Paula Loureiro<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Este artigo visa dar a conhecer a implementa\u00e7\u00e3o em sala de aula de um projeto de investiga\u00e7\u00e3o assente na tem\u00e1tica da avalia\u00e7\u00e3o formativa em articula\u00e7\u00e3o com a da avalia\u00e7\u00e3o sumativa, designado de projeto RAFA. Alicer\u00e7ados em tarefas de ensino, aprendizagem e de avalia\u00e7\u00e3o desafiantes, os ambientes de sala de aula estudados numa das duas regi\u00f5es do pa\u00eds onde o mesmo est\u00e1 a ser implementado colocaram de manifesto a inten\u00e7\u00e3o dos respetivos docentes promoverem um clima de sala de aula baseado no papel ativo dos estudantes na constru\u00e7\u00e3o das suas aprendizagens. Recorrendo a metodologias ativas de trabalho em pequenos grupos, os alunos eram convidados a pensar alto e a resolverem as tarefas matem\u00e1ticas de modo colaborativo. Nos momentos de discuss\u00e3o das tarefas no grupo turma, os docentes assumiam a postura de questionadores com a inten\u00e7\u00e3o expl\u00edcita de os alunos tomarem consci\u00eancia dos processos de pensamento utilizados na resolu\u00e7\u00e3o das tarefas propostas, podendo, assim, assumir o papel de reguladores das suas aprendizagens em contexto de avalia\u00e7\u00e3o formativa. Os momentos de avalia\u00e7\u00e3o sumativa tamb\u00e9m serviam o prop\u00f3sito formativo pois, atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de feedbck de qualidade por parte dos docentes, os alunos consciencializavam-se sobre as aprendizagens j\u00e1 ocorridas e quais os mecanismos ou procedimentos cognitivos a mobilizar para atingirem este des\u00edgnio. Dos dados recolhidos contata-se que as tipologias das turmas teve influ\u00eancia nos resultados de aprendizagem alcan\u00e7ados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>C09 &#8211; O questionamento nas pr\u00e1ticas de futuros professores de Matem\u00e1tica: os casos Ana e Berta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nadia Ferreira, Jo\u00e3o Pedro da Ponte<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Neste artigo, analisamos as pr\u00e1ticas de duas futuras professoras do 2.\u00ba ciclo, procurando compreender como preparam, concretizam e refletem sobre o processo de questionamento na explora\u00e7\u00e3o de tarefas sobre n\u00fameros racionais. A recolha de dados foi realizada atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o v\u00eddeo de quatro aulas de cada futura professora. Foram realizadas entrevistas no in\u00edcio e no final do est\u00e1gio e antes e depois de cada aula. As aulas e as entrevistas, depois de transcritas, foram analisadas considerando o tipo de questionamento previsto e realizado. Tamb\u00e9m foram analisadas as respetivas planifica\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es escritas de modo a compreender o processo de prepara\u00e7\u00e3o do questionamento e as ideias que tinham sobre o processo. Os resultados mostram que nem sempre os futuros professores anteveem um questionamento que os prepare para a concretiza\u00e7\u00e3o dos seus prop\u00f3sitos e que o tipo de quest\u00f5es est\u00e1 relacionado com o objetivo da intera\u00e7\u00e3o e n\u00e3o estritamente com o momento de trabalho. Em todos os momentos podemos encontrar diversos tipos de quest\u00f5es. As perguntas de focaliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o as mais recorrentes nas pr\u00e1ticas das futuras professoras. As quest\u00f5es de inquirir s\u00e3o usadas para desafiar os alunos na resolu\u00e7\u00e3o das tarefas e as de focaliza\u00e7\u00e3o para os guiar durante a resolu\u00e7\u00e3o. Para as futuras professoras, para n\u00e3o alterar a natureza prevista para as tarefas propostas, colocam-se desafios no questionamento a realizar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>P03 &#8211; Tarefas ricas, na forma\u00e7\u00e3o de professores, em geometria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alexandra Gomes, Catarina Vasconcelos Gon\u00e7alves, Dores Ferreira<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>P04 &#8211; O conhecimento profissional do professor de matem\u00e1tica na integra\u00e7\u00e3o de diferentes tecnologias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Maria do Carmo Botelho, Helena Rocha <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>P05 &#8211; O conhecimento profissional do professor e a interdisciplinaridade em contexto de integra\u00e7\u00e3o com a tecnologia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e2nia Coelho, Helena Rocha<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>P06 &#8211; O desenvolvimento do pensamento computacional atrav\u00e9s da resolu\u00e7\u00e3o colaborativa de problemas de matem\u00e1tica com tecnologias: Uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica de literatura<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ana Cl\u00e1udia Sim\u00f5es, H\u00e9lia Jacinto, Neuza Pedro<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#d16b19;font-size:16px\"><strong>P08 &#8211; A condu\u00e7\u00e3o de uma discuss\u00e3o coletiva num estudo de aula em Matem\u00e1tica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Filipa Faria, Jo\u00e3o Pedro da Ponte, Margarida Rodrigues<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia 8 | 17h00 &#8211; 18h00 Simp\u00f3sio 1 Sala 1 ESE\/IPS C01 &#8211; O que valorizam os professores portugueses na aprendizagem da matem\u00e1tica? 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